
Atendendo ao convite da Elaine Gaspareto para participar da Blogagem Coletiva - BLOG RETRÔ, escolhi meu post do dia 05 de agosto de 2010 quando estava tentando blogar e não conseguia por defeitos no meu PC velho de guerra, e com a irritação de tentar resolver um problema que não iria conseguir por nada entender do assunto, acabei escrevendo um post que no início falaria somente da minha indignação de não acompanhar a tecnologia mutante e que acabou divagando e enveredando por outros caminhos até chegar às relações humanas, tão simples ou tão complicadas...
TECNOLOGIA X FAMÍLIA

E haja paciência para aguentar os melindres da tecnologia que falha e os doutores que não dão jeito no doente!!!
Pois é, estou aqui tentando voltar ao normal, fazendo as pazes com meu desktop, combinando com ele de me dar uma trégua na nossa guerra de nervos, e me organizando para um back up geral (de novo!) para formatar tudo e trocar a peça que precisa, para ele ficar zerinho ( nem que seja por pura e espontânea pressão, rsrs!).
Ando com saudades das minhas amigas virtuais, sentindo falta das nossas conversas, dos nossos pitacos, enfim fui ali na outra galáxia, mas não aguentei e forcei a passagem para a volta ao nosso universo bloguístico!
Aí vocês vão me perguntar: "Cadê seu laptop amiga?" Não tenho ainda meu desejado sonho de consumo, queridas... Lembram que contei aqui a saga do meu presente sumido?! Então, com todo o aborrecimento e decepção que nos causou o fato, ainda não tivemos a animação necessária para pesquisar de novo uma marca e uma configuração que nos atenda... Eu explico o seu espanto com a dificuldade numa coisinha tão simples assim: é que para a geração que nasceu com a era tecnológica, essas soluções/decisões saem num espirro, ou num piscar de olhos, mas para outros (e eu me incluo aqui) crescidos com máquinas de escrever (ou no máximo as máquinas de escrever elétricas), essas engenhocas informatizadas que se tornam obsoletas num prazo de tempo curtíssimo, nos deixam a matutar na frente da tela vendo tantas opções, tantas marcas, tantos preços, tantos modelos, tantos tantos...
Ai, ai, mas me conformo lembrando de uma frase sempre repetida por um grande amigo, na sua filosofia popular: "Cada um com seu cada um!"
E vou perguntando para os meus filhos o que eles acham, fingindo que entendo desse assunto quase tão bem quanto eles, para não dar o 'braço a torcer', admitindo que eles já dominam um assunto mais que eu, e que daqui a pouco estarei aprendendo muito mais com eles do que eles comigo. É a lei da vida senhores, diria um entendido, e que seja bendito esse crescimento intelectual dos jovens, essa integração com a tecnologia, essa fome de saber e de criar coisas novas, essa disposição para ensinar e para aprender sobre tudo. Com tantas mudanças e tantos avanços tecnológicos, a única coisa que não podemos perder ou deixar que se perca, são as relações interpessoais, essas sim imutáveis, necessárias, insubstituíveis!
A família, menor e mais importante elo na comunidade, base de toda a grande sociedade, precisa ser a mais valorizada e cultivada dentro dessas relações.
Nada é mais simples e fácil do que conviver bem em qualquer ambiente, quando se tem amor, união e respeito dentro da nossa própria família! Explicação para isso? Somos espelho daquilo que vivemos na intimidade do nosso lar!
Beijos para as amigas e para minha amada família!
Pois é, estou aqui tentando voltar ao normal, fazendo as pazes com meu desktop, combinando com ele de me dar uma trégua na nossa guerra de nervos, e me organizando para um back up geral (de novo!) para formatar tudo e trocar a peça que precisa, para ele ficar zerinho ( nem que seja por pura e espontânea pressão, rsrs!).
Ando com saudades das minhas amigas virtuais, sentindo falta das nossas conversas, dos nossos pitacos, enfim fui ali na outra galáxia, mas não aguentei e forcei a passagem para a volta ao nosso universo bloguístico!
Aí vocês vão me perguntar: "Cadê seu laptop amiga?" Não tenho ainda meu desejado sonho de consumo, queridas... Lembram que contei aqui a saga do meu presente sumido?! Então, com todo o aborrecimento e decepção que nos causou o fato, ainda não tivemos a animação necessária para pesquisar de novo uma marca e uma configuração que nos atenda... Eu explico o seu espanto com a dificuldade numa coisinha tão simples assim: é que para a geração que nasceu com a era tecnológica, essas soluções/decisões saem num espirro, ou num piscar de olhos, mas para outros (e eu me incluo aqui) crescidos com máquinas de escrever (ou no máximo as máquinas de escrever elétricas), essas engenhocas informatizadas que se tornam obsoletas num prazo de tempo curtíssimo, nos deixam a matutar na frente da tela vendo tantas opções, tantas marcas, tantos preços, tantos modelos, tantos tantos...
Ai, ai, mas me conformo lembrando de uma frase sempre repetida por um grande amigo, na sua filosofia popular: "Cada um com seu cada um!"
E vou perguntando para os meus filhos o que eles acham, fingindo que entendo desse assunto quase tão bem quanto eles, para não dar o 'braço a torcer', admitindo que eles já dominam um assunto mais que eu, e que daqui a pouco estarei aprendendo muito mais com eles do que eles comigo. É a lei da vida senhores, diria um entendido, e que seja bendito esse crescimento intelectual dos jovens, essa integração com a tecnologia, essa fome de saber e de criar coisas novas, essa disposição para ensinar e para aprender sobre tudo. Com tantas mudanças e tantos avanços tecnológicos, a única coisa que não podemos perder ou deixar que se perca, são as relações interpessoais, essas sim imutáveis, necessárias, insubstituíveis!
A família, menor e mais importante elo na comunidade, base de toda a grande sociedade, precisa ser a mais valorizada e cultivada dentro dessas relações.
Nada é mais simples e fácil do que conviver bem em qualquer ambiente, quando se tem amor, união e respeito dentro da nossa própria família! Explicação para isso? Somos espelho daquilo que vivemos na intimidade do nosso lar!
Beijos para as amigas e para minha amada família!